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A DIFÍCIL ESCOLHA DE CARLOS EDUARDO ALVES



No ano de 2002, o então vice-prefeito de natal Carlos Eduardo Alves deixa o PMDB e com a renuncia da prefeita Vilma de faria torna-se prefeito da Capital onde se elegeu por mais três vezes, nesse período procurou se distanciar da oligarquia a qual pertence ao ponto de deixar de usar o sobre nome Alves.

No intuito de traçar um destino próprio na politica passou a presidir o PDT do lendária Leonel Brizola, onde se aproximou de partidos de esquerda, chegando a apoiar a senadora Fátima Bezerra para prefeitura de Natal, em seguida, por pura conveniência politica passou a se reaproximar das velhas oligarquias ALVES/MAIA, onde reeditará mais um acordão, renunciando ao mandato de prefeito da capital e se candidatando ao governo tendo como companheiros de chapa os senadores José Agripino Maia e Garibaldi Alves, não precisa ser um gênio da raça ou grande analista politico pra saber que nessa acomodação tão pesada para o eleitor alguém deverá sobrar, talvez o próprio Carlos Eduardo que muito provavelmente perderá o governo do estado e os 2 anos e 8 meses que restam como prefeito da capital, descumprindo uma promessa de campanha o qual negou peremptoriamente que renunciaria ao cargo prefeito se fosse eleito e ainda dará palanque a esses dois dinossauros da politica potiguar que pouco fizeram pela população, além de sepultar o discurso do candidato a presidente do seu partido o ex-ministro Ciro Gomes no RN que já prometeu acabar com o PMDB caso seja eleito presidente da republica.


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